
E depois, o que seremos?
E depois, o que seremos? Um quadro pendurado na parede empoeirado pelo tempo? Uma velha lembrança espatifada e já quase apagada da memória? Uma fotografia viva tirada nos becos da existência e guardada num álbum qualquer ou perdida dentro dum livro entre outros livros na estante de um sebo sem fazer o menor rebuliço? Um santinho com um retrato fúnebre, que julgam ser a nossa imagem preferida, com nome, frase de efeito, geralmente bíblica, com

SAAE participa de audiência pública em Riacho Seco
A Câmara de Vereadores promoveu ontem à noite (28), em Riacho Seco, uma audiência para discutir a situação da segurança pública e do abastecimento de água do distrito. A reunião, concomitante à sessão itinerante da Casa e provocada pelo vereador Rodrigo do Curralinho, aconteceu na Escola Municipal Luis da Costa Mendonça e contou com a presença de autoridades, de lideranças locais e de representantes da sociedade civil. Josué Araújo, diretor do SAAE, esteve presente no

Na hora do jantar
Uma mãe forte, como outra qualquer, no corte do parto, pare filho(s), c(hora) feliz no effeuiller la marguerite, bem-se-quis, bem-se-quer su(portara) a dor, numa re(velada) cicatriz Mas que de tanta(s), des(anda) farta com infortúnios, ruma preocupada in(felicidade), o que vier, já não descarta talvez culpada, talvez preparada, talvez nada Uma mãe que sofre e que se alegra com dores e amores que car(rega) que a(pela) gratidão, a tudo celebra “Amor de mãe é diferente”, p(rega)

Futuro
Um salto no escuro mergulho in(seguro) noutro lado do muro só vejo monturo de coisas que não aturo da dor que não me curo em apuros, apuro outro sorriso trituro de tristeza me torturo na senda que costuro e que ainda me aventuro olho pro céu e cego juro o que é ruim d(esconjuro) passado que s(aturo) presente, furo no futuro num corte que suturo es’corro’-me todo im(puro) durante o tempo que duro

O Criador
O céu estava perfeito noite de in(digesta) aresta de cegueira in(finita) duma in(verdade) funesta colonizada(mente) “mal”dita im(posta) num livro bem feito d’eu’s me livro disso de acreditar só nisso porque não é só isso por isso meu compromisso é a isso não ser submisso Sim, Deus existe! Protege, assiste e também fica triste porque a dúvida insiste mas só de amor Ele consiste então, ri(so), e a fé que persiste Luz da lua que mingua

SAAE recebe visita de técnicos da Coelba para discutir melhorias no fornecimento de energia
O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) recebeu ontem (15) visita técnica da Neoenergia Coelba, empresa responsável pelo fornecimento de energia no Estado. O gestor Josué Nunes de Araújo Júnior esteve na Estação de Tratamento de Água – ETA Ponciano Rego, acompanhado do eletricista Ricardo Souza, que presta serviço ao SAAE, e de Maurízio Bim, Chefe do Setor, com Diego Luna, Consultor de Relacionamento, e Carlos Eduardo, Técnico de Expansão de Rede. O encontro,

Um rio
Vejo um rio que pena, silencio não dou um pio, mas me arrepio o chio da água, grito vazio “cala”-frio, medo cio sua morte (d)enuncio um rio bravio de dores fastio antes s(adio) um dia também rio ainda que doentio continua seu desa(fio) servil não, repudio! serv(ir), ser rio

Estrela
M(eu) caminho, re(faço) eu e vou segu(indo) em frente e chorando, e r(indo) enfrento os desa(fios) fio a fio costuro liberdade aturo a crueldade do mundo só sob o Sol qu(ente) mais um comum camarada brasileiro solidário a dor parceiro trabalhador companheiro aonde for com quem for sigo indo part(indo), partido cansado, des(pe)daçado de pés descalços sentindo o chão o prazer da trilha esperança no coração bandeira na mão pulso firme/punho cerrado e olhar ao

Y
Dualidade, escolha, destino Variável numa equação Cromossomo masculino Equilíbrio, opostos, conexão Vitalidade, (bio)logia Simbologia, espiritualidade Motricidade, sinergia Filo(sofia), religiosidade Y, ponte entre universos físicos, místicos Yin-Yang, fonte de ad(versos) reais, fantásticos O bem, o mal forças interconectadas O eixo vertical em cartesianas coordenadas Y que batiza o guri o curumim, a cunhatã, os herdeiros de mim, Yuri Yelena, Ysabel, meu clã.

Rotineira
(des)esperança in(vadia) agia ad(ia) havia há dia que judia ardia que podia e fodia que incendia e ascen(dia) o meu dia

Uma ode ao Meio Ambiente
Eu estava lá e vi, naquele proscênio acadêmico, uma moça de vermelho e foi tão estranho, parecia até coisa de c’inema’ a(u)tuava, defendia e fazia o papel de “advogado do diabo”, como se de outrem fosse um aparelho que f(ode), que não goza, e tenta contornar cada/todo problema Como é que p(ode), meu irmão? Coitado do meio ambiente, está fodido mesmo Sob a égide da lei, silenciam/licenciam tudo: a serra, a terra, expl(ode)m do céu

Pa(lavra)
Gosto das palavras da palavra escrita da palavra dita da não dita/desdita da bendita e até da maldita da palavra que nomeia da palavra que permeia da que incendeia da que guerreia e daquela que semeia da palavra que lava da palavra parva da que arva da que en(crava) e também da pa-larva da palavra de protesto da/na palavra manifesto palavrório funesto num gesto indigesto pras coisas que detesto Gosto mesmo é da palavra que
Aviso aos navegantes
O conteúdo deste site reúne os mais variados tipos de trabalhos – na maioria das vezes – produzidos por mim mesmo (Lugori). Em algumas ocasiões, poderei compartilhar, quando autorizado, produtos/criações de terceiros/parceiros/amigos. Aqui você irá encontrar uma compilação, dentre outras coisas, de textos acadêmicos, rabiscos poéticos, opiniões, crônicas, artigos, polêmicas, reflexões, fotografias, músicas e vídeos sobre diversos assuntos, na sua maior parte voltados para temas que envolvem, principalmente, Curaçá, seu povo – em especial os “desimportantes” –, e suas histórias/memórias.
Apesar de não ser um website criado para fins noticiosos, em alguns momentos – digo, quando eu achar pertinente – serão publicadas matérias que sejam de interesse público (e meu também, é claro!), prezando sempre pelos princípios e pela ética do/no jornalismo, como preconizado pela legislação e pelos códigos nacionais e internacionais que regulamentam a profissão.
Neste espaço serão divulgadas minhas ideias (e de outrem) e outras coisas desinteressantes, mas sem a pressão de ninguém e sem a ligeireza desnecessária dos tempos atuais, pois aqui eu faço tudo sempre na minha cadência, sem papas na língua e sem amarras/conluios, sobretudo, de/com “políticos”. Aqui é, de fato, um espaço independente e de “liberdade”, ao menos da minha.
Por fim, se algo aqui for interessante para você, fique à vontade para comentar, sugerir, criticar, elogiar e compartilhar com outras pessoas. Se possível, de vez em quando, retorne por aqui para acompanhar/ver novas publicações.
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