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Futuro

Um salto no escuro mergulho in(seguro) noutro lado do muro só vejo monturo de coisas que não aturo da dor que não me curo em apuros, apuro outro sorriso trituro de tristeza me torturo na senda que costuro e que ainda me aventuro olho pro céu e cego juro o que é ruim d(esconjuro) passado que s(aturo) presente, furo no futuro num corte que suturo es’corro’-me todo im(puro) durante o tempo que duro

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O Criador

O céu estava perfeito noite de in(digesta) aresta de cegueira in(finita) duma in(verdade) funesta colonizada(mente) “mal”dita im(posta) num livro bem feito d’eu’s me livro disso de acreditar só nisso porque não é só isso por isso meu compromisso é a isso não ser submisso Sim, Deus existe! Protege, assiste e também fica triste porque a dúvida insiste mas só de amor Ele consiste então, ri(so), e a fé que persiste Luz da lua que mingua

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SAAE recebe visita de técnicos da Coelba para discutir melhorias no fornecimento de energia

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) recebeu ontem (15) visita técnica da Neoenergia Coelba, empresa responsável pelo fornecimento de energia no Estado. O gestor Josué Nunes de Araújo Júnior esteve na Estação de Tratamento de Água – ETA Ponciano Rego, acompanhado do eletricista Ricardo Souza, que presta serviço ao SAAE, e de Maurízio Bim, Chefe do Setor, com Diego Luna, Consultor de Relacionamento, e Carlos Eduardo, Técnico de Expansão de Rede. O encontro,

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Um rio

Vejo um rio que pena, silencio não dou um pio, mas me arrepio o chio da água, grito vazio “cala”-frio, medo cio sua morte (d)enuncio um rio bravio de dores fastio antes s(adio) um dia também rio ainda que doentio continua seu desa(fio) servil não, repudio! serv(ir), ser rio  

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Estrela

M(eu) caminho, re(faço) eu e vou segu(indo) em frente e chorando, e r(indo) enfrento os desa(fios) fio a fio costuro liberdade aturo a crueldade do mundo só sob o Sol qu(ente) mais um comum camarada brasileiro solidário a dor parceiro trabalhador companheiro aonde for com quem for sigo indo part(indo), partido cansado, des(pe)daçado de pés descalços sentindo o chão o prazer da trilha esperança no coração bandeira na mão pulso firme/punho cerrado e olhar ao

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Y

Dualidade, escolha, destino Variável numa equação Cromossomo masculino Equilíbrio, opostos, conexão Vitalidade, (bio)logia Simbologia, espiritualidade Motricidade, sinergia Filo(sofia), religiosidade Y, ponte entre universos físicos, místicos Yin-Yang, fonte de ad(versos) reais, fantásticos O bem, o mal forças interconectadas O eixo vertical em cartesianas coordenadas Y que batiza o guri o curumim, a cunhatã, os herdeiros de mim, Yuri Yelena, Ysabel, meu clã.

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Rotineira

(des)esperança in(vadia) agia ad(ia) havia há dia que judia ardia que podia e fodia que incendia e ascen(dia) o meu dia  

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Uma ode ao Meio Ambiente

Eu estava lá e vi, naquele proscênio acadêmico, uma moça de vermelho e foi tão estranho, parecia até coisa de c’inema’ a(u)tuava, defendia e fazia o papel de “advogado do diabo”, como se de outrem fosse um aparelho que f(ode), que não goza, e tenta contornar cada/todo problema Como é que p(ode), meu irmão? Coitado do meio ambiente, está fodido mesmo Sob a égide da lei, silenciam/licenciam tudo: a serra, a terra, expl(ode)m do céu

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Pa(lavra)

Gosto das palavras da palavra escrita da palavra dita da não dita/desdita da bendita e até da maldita da palavra que nomeia da palavra que permeia da que incendeia da que guerreia e daquela que semeia da palavra que lava da palavra parva da que arva da que en(crava) e também da pa-larva da palavra de protesto da/na palavra manifesto palavrório funesto num gesto indigesto pras coisas que detesto Gosto mesmo é da palavra que

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Pre’faço’-me!

Um convite à “Biosofia: vida e sabedoria” e pra começo de conversa, ofereço-lhe uma dose de aldravia, uma cortesia poética diversa Páginas do decurso da minha vida paridas na metafórica matrix poesia despida, revestida, atrevida prosas, acrósticos, tautogramas, poetrix Um metido a poeta que fez rabisco pra expressar sentimentos, pra falar de amor pra duvidar dos d(eus)es, um grande risco pra questionar o céu, o inferno, a morte, a dor Adentre-se, seja bem-vindo ao meu

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Dia de Jaquelline

26 de março, seu dia bem que podia ser feriado ponto vermelho no calendário data sublime evento lendário nasceu Jaquelline meu anjo alado de voo raso de beleza rara luz que “cega” e irradia

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V(idas)

Vida, breve trilha dita l(inda) luz que brilha l(ida) in(finda)?   Vida, somente ida conceb(ida), esva(ída) par(ida), des(pedida) em prece áv(ida)   Vida enigmática revestida de mistérios mentira dogmática soterrada em cemitérios?   Vidas d(ádiv)as vívidas dú(vidas)  

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Aviso aos navegantes

O conteúdo deste site reúne os mais variados tipos de trabalhos – na maioria das vezes – produzidos por mim mesmo (Lugori). Em algumas ocasiões, poderei compartilhar, quando autorizado, produtos/criações de terceiros/parceiros/amigos. Aqui você irá encontrar uma compilação, dentre outras coisas, de textos acadêmicos, rabiscos poéticos, opiniões, crônicas, artigos, polêmicas, reflexões, fotografias, músicas e vídeos sobre diversos assuntos, na sua maior parte voltados para temas que envolvem, principalmente, Curaçá, seu povo – em especial os “desimportantes” –, e suas histórias/memórias.

Apesar de não ser um website criado para fins noticiosos, em alguns momentos – digo, quando eu achar pertinente – serão publicadas matérias que sejam de interesse público (e meu também, é claro!), prezando sempre pelos princípios e pela ética do/no jornalismo, como preconizado pela legislação e pelos códigos nacionais e internacionais que regulamentam a profissão.

Neste espaço serão divulgadas minhas ideias (e de outrem) e outras coisas desinteressantes, mas sem a pressão de ninguém e sem a ligeireza desnecessária dos tempos atuais, pois aqui eu faço tudo sempre na minha cadência, sem papas na língua e sem amarras/conluios, sobretudo, de/com “políticos”. Aqui é, de fato, um espaço independente e de “liberdade”, ao menos da minha.

Por fim, se algo aqui for interessante para você, fique à vontade para comentar, sugerir, criticar, elogiar e compartilhar com outras pessoas. Se possível, de vez em quando, retorne por aqui para acompanhar/ver novas publicações.

Abraços cordiais do autor/editor, que é apenas um mero desimportante.

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Participei hoje pela manhã da primeira reunião com os novos membros do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema) e fui escolhido pelos segmentos (do governo e da sociedade civil) para conduzir o referido colegiado pelos próximos dois anos.

Na última gestão do Comdema, eu havia sido conselheiro como um dos representantes do @saaecuraca, entretanto, na atual composição, cuja a diretoria foi eleita hoje, estou como uma indicação do @sindaeba, que, juntamente com o @strdecuraca, dividirá a cadeira das entidades sindicais com atuação em Curaçá.

Agora é trabalhar/cobrar dentro do que exige a Lei, propor/promover mais ações de educação ambiental, buscar (com meios próprios) fiscalizar empreendimentos, estruturar/aparelhar o Conselho, além de rever, com a ajuda de um corpo técnico jurídico, alguns dispositivos legais que nos darão suporte para que possamos ajudar a defender e proteger o nosso meio ambiente.

Aproveito o ensejo para parabenizar @elieusinarodrigues, que tão brilhantemente presidiu o Comdema nos últimos anos e que, pela experiência acumulada, continuará sendo importante nessa luta juntamente com os/as demais conselheiros/as.

Vamos pra cima!!!

#lucianolugori
#comdemacuraçá
#meioambiente
Isso não é um desabafo

Não, eu não sou o "rei". Não foi isso que sonhei quando criança. Jamais quis súditos aos meus pés, à sombra da minha própria lei.

Se pensa(m) assim de mim e ainda jura(m) que me conhece(m) como a palma de suas próprias mãos, lamento dizer, ainda tenho tantos mistérios, e eles são tão profundos, que não poderiam ser decifrados, nem mesmo pelo mais famigerado quiromante apenas por uma leitura superficial das minhas linhas sinuosas e enigmáticas. Nem eu mesmo me conheço direito. Surpreendo-me com cada alter ego meu. 

Não, eu não sou o "dono" da verdade e nem quero criar/impor uma, mesmo que, em alguns momentos de deslize, minhas atitudes impetuosas, absortas e travestidas de absurdos, apelem para isso.  De jeito nenhum sou aquilo, nem aquela pessoa que, já inebriada de convicções, mas sem intenção de maldade, vomita o fel e destila o ódio por sobre as pessoas ao redor.

Sou apenas um errante como qualquer um, e logo me compunjo, me castigo pelos meus "desvios", e, ainda que eu aparente ser uma fortaleza, meus muros sempre estremecem (mas não caem) quando o terremoto da realidade do dia seguinte chega querendo me derrubar.

Sim, eu sou assim. Desse jeito, mas do meu jeito e não aceito e nem me permito ser outra pessoa e perder minha verdadeira essência apenas agradar alguém. Isso é ruim? Talvez seja! Mas não posso ser a mudança que não é minha. Então, me calo, reflito. E mudo, eu mudo! 

Sou um homem que chora as dores sem nenhuma vergonha, que cobra amor e atenção, que ri, que lastima, que xinga, que roga, que tem fé, que acredita e se ampara numa força maior e divina, que tem um d'eu's imanente, que vive entre céu e o inferno, que abomina falsidade e que é leal. Não abro mão da lealdade aos amigos, mesmo quando me sinto traído e injustiçado por alguns deles. Não negligencio uma amizade que considero verdadeira.

Sim, eu sei dos meus defeitos. Ele são meus e os conheço muito bem. Eu poderia fazer uma lista enorme deles aqui: sou chato pra caramba, por vezes sou tão insuportável que nem eu mesmo me aguento, quando ébrio me exponho ao ridículo em várias situações, quando sóbrio, também.

Portanto, não perca(m) tempo tentando jogar isso na minha cara. Sei que, às vezes eu machuco quem não deveria ser machucado por nada nesse mundo, inclusive minha mãe. Mas quer saber de uma coisa: esse sou eu. Sou exemplo para alguém? Não! Claro que não. Aliás, não para quem não me compreende verdadeiramente. E eu não farei esforço nenhum para que isso ocorra. E assim vou vivendo, quer dizer, morrendo um pouco a cada dia que se passa. Morrendo por fora e (re)nascendo por dentro, melhorando, tentando ser uma pessoa melhor do que fui ontem. Portanto, não me deseje(m) solidão na velhice. Eu odiaria viver/ficar/morrer sozinho.

E sim, eu vou errar de novo para aprender novas lições e depois cometer novos erros novamente e novamente e novamente. Mas tenho um coração que sofre e que precisa se  libertar das toxinas do passado, do presente e evitar as do futuro, por isso escuso quem já me fez/desejou o mal, e também peço sinceras desculpa(s) a todos que, por ventura, num dado momento de euforia, enquanto eu enlouquecia e não escutava ninguém, quando estava discutindo sobre política, religião, futebol, música ou outro assunto que sequer lembro, eu tenha mandado "se lascar", "tomar no cu", "ir à porra", "chupar meus ovos" ou tomado qualquer outra atitude que de alguma forma os desagradou/decepcionou/machucou.

Lugori é foda mesmo! Estraga tudo em segundos (isso é outro defeito meu), mas ele também sabe transformar a dor, o medo, o ódio e o sofrimento em poesia. E poesia é amor. E eu amo do meu jeito. Do meu jeito rebelde, revolucionário e louco, por isso desejo amizades fortes, capazes de resistir às grandes "tempestualidades".

Isso não é um desabafo, é um ato de coragem, é uma concessão de perdões múltiplos a quem ainda não me pediu e, mais que isso, é a minha própria súplica de perdão a todos vocês que um dia já magoei.

A vida é tão bela e tão breve que não vale a pena carregar pesos desnecessários. Quero seguir meu caminho mais leve, com minha saúde física e mental em dia e com meu coração aliviado, sem mágoas e em paz.

Lugori
(Errante, enigmático e sui generis)

#lucianolugori 
#perdãoliberta
Lutar sempre!

#lucianolugori
Poetrio
(Lugori)

Trinca, triverso, terna trindade
Com corpo, alma e espírito
Laço sagrado, terso e eterno

(Dedicado à amizade valiosa de Murilo Melo e Kley Nunes)

#lucianolugori 
#clorofilapoética
#poetrix
#poetrio
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