
Dédalos de d(eu)s
d(eu)s de(cadente), des(animado) devoro dogmas, doces desatinos desperto disso, des(preparado) dor(avante), domador de destinos des(crente), destarte, disruptivo daqui, diante da dimensão, deveras, disposto, denot(ativo) desejo, deleite, devassidão d(eu)s dis(traído), dramático do(minante), demoli(dor) (demasia)damente diplomático degradante, devasta(dor) d(eu)s down, de(caído), des(iludido) dádiva, dú(vida), devoção darwin, desd(eu)s, des(provido) disciplina, doutrina, desdivinização desvencilho-me de dilemas, dicotomias demonizo, des(prezo) demônios des(prendido), desa(fio) disritmias desbiblifico d(eus)es de domínios (dia)bólico, declino-me de declínios divinamente, deusdi(fico-me) desdenham-me, desenho desígnios dentro dos d(eus),


Amor em transe
O amor trans(borda), Inunda, afaga, tece sonhos, fantasia, afoga, a(funda). O amor trans(porta), L(eva), entra, despe-se, Penetra, despede-se e (esperma)nece. O amor em transe(a), encla(usura) e liberta, transmite, na mesma dose, a mistura de “loucura e cura”. O amor trans(forma) e trans(fere) luz, conduz, incan(desce) e(leva), cicatriza e seduz. É sagrado, é profano, É céu, é inferno. Ma(terno), pa(terno), fra(terno), Insano, “vesuviano”, soberano… O amor é, sobre(tudo), in(decência), cadência, cedência, trans(cendência).

Zé Omara é homenageado no Carnaval de Curaçá
A prefeitura batizou o circuito do “Curaçá – Folia do Povo” de Zé Omara. A homenagem, justa e merecida, partiu dos funcionários da PMC e de seus amigos, numa celebração à memória do inesquecível e exímio “contador de causos” que escreveu seu nome na história da cidade e no “imaginário popular” dos curaçaenses. Luciano Lugori, presidente do Acervo Curaçaense, participou do preito ao amigo. “Carnaval é sinônimo de alegria. E alegria é sinônimo de Zé

Abrace o Teatro: grupos culturais e artistas locais se mobilizam em prol do Teatro Raul Coelho
Faz tempo que o Teatro Raul Coelho (TRC) sangra e (re)clama por socorro. Atualmente, “respirando por aparelho”, o “templo sagrado” das artes, quiçá o patrimônio histórico-cultural mais emblemático para/de Curaçá está morrendo aos poucos e caindo no ostracismo, ainda mais após a inauguração do Teatro Miguel Torres, tão importante quanto, entretanto, sem o mesmo “apelo memorialístico e patrimonialístico” e sem a mesma aura/energia impregnada/acumulada no solo do tablado e nas paredes do TRC ao longo

Justiça por Caíque: população vai às ruas em protesto contra o assassinato de estudante curaçaense
O filme de terror se repete e, 16 anos depois do Caso Adinair, assassinada em 2009 quando voltava da faculdade, outro estudante é assassinado pela polícia. Manifestantes foram hoje (08), pela manhã, às ruas cobrar às autoridades justiça pelo assassinato de Caíque Ferreira Santos, de apenas 19 anos, ocorrido na última sexta-feira (05), no Bairro Nova Aliança. Faixas, cartazes, frases, fotos e homenagens foram feitas a Caíque durante a caminhada, que foi regada por muita

Curaçá na esteira do tempo: mudanças, permanências e (in)certezas em 193 anos de história
A jornalista Alinne Torres, em edição especial do Programa Curaçá Oficial, entrevistou os historiadores e pesquisadores Luciano Lugori e Ronie Von Júnior, ambos membros do Acervo Curaçaense, para falar um pouco sobre Curaçá, que, no último dia 6 de julho, completou 193 anos de história. Assista a entrevista completa no vídeo abaixo:

Desfile dos Vaqueiros de Curaçá na FDV 2025; Veja o vídeo completo

A Seu Ioiô de Hermógenes
“Todos nós temos o dia de partir”, sussurrou Seu Durval, com uma dor estampada no semblante, diante do caixão que abrigava seu irmão antes do leito derradeiro. Martinho Nunes da Paixão, Seu Ioiô de “Hermógenes” – um eco paterno que o acompanhou por toda a senda –, ou simplesmente Seu Ioiô, nos deixou às vésperas de sua nonagésima primeira primavera, que se desabrocharia em 29 de julho. A morte o colheu no outono, em pleno

E depois, o que seremos?
E depois, o que seremos? Um quadro pendurado na parede empoeirado pelo tempo? Uma velha lembrança espatifada e já quase apagada da memória? Uma fotografia viva tirada nos becos da existência e guardada num álbum qualquer ou perdida dentro dum livro entre outros livros na estante de um sebo sem fazer o menor rebuliço? Um santinho com um retrato fúnebre, que julgam ser a nossa imagem preferida, com nome, frase de efeito, geralmente bíblica, com

SAAE participa de audiência pública em Riacho Seco
A Câmara de Vereadores promoveu ontem à noite (28), em Riacho Seco, uma audiência para discutir a situação da segurança pública e do abastecimento de água do distrito. A reunião, concomitante à sessão itinerante da Casa e provocada pelo vereador Rodrigo do Curralinho, aconteceu na Escola Municipal Luis da Costa Mendonça e contou com a presença de autoridades, de lideranças locais e de representantes da sociedade civil. Josué Araújo, diretor do SAAE, esteve presente no

Na hora do jantar
Uma mãe forte, como outra qualquer, no corte do parto, pare filho(s), c(hora) feliz no effeuiller la marguerite, bem-se-quis, bem-se-quer su(portara) a dor, numa re(velada) cicatriz Mas que de tanta(s), des(anda) farta com infortúnios, ruma preocupada in(felicidade), o que vier, já não descarta talvez culpada, talvez preparada, talvez nada Uma mãe que sofre e que se alegra com dores e amores que car(rega) que a(pela) gratidão, a tudo celebra “Amor de mãe é diferente”, p(rega)
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O conteúdo deste site reúne os mais variados tipos de trabalhos – na maioria das vezes – produzidos por mim mesmo (Lugori). Em algumas ocasiões, poderei compartilhar, quando autorizado, produtos/criações de terceiros/parceiros/amigos. Aqui você irá encontrar uma compilação, dentre outras coisas, de textos acadêmicos, rabiscos poéticos, opiniões, crônicas, artigos, polêmicas, reflexões, fotografias, músicas e vídeos sobre diversos assuntos, na sua maior parte voltados para temas que envolvem, principalmente, Curaçá, seu povo – em especial os “desimportantes” –, e suas histórias/memórias.
Apesar de não ser um website criado para fins noticiosos, em alguns momentos – digo, quando eu achar pertinente – serão publicadas matérias que sejam de interesse público (e meu também, é claro!), prezando sempre pelos princípios e pela ética do/no jornalismo, como preconizado pela legislação e pelos códigos nacionais e internacionais que regulamentam a profissão.
Neste espaço serão divulgadas minhas ideias (e de outrem) e outras coisas desinteressantes, mas sem a pressão de ninguém e sem a ligeireza desnecessária dos tempos atuais, pois aqui eu faço tudo sempre na minha cadência, sem papas na língua e sem amarras/conluios, sobretudo, de/com “políticos”. Aqui é, de fato, um espaço independente e de “liberdade”, ao menos da minha.
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