
Aldravias
I anoitece ávida quimera amanhece vida severa II ternura atura amarguras bravura satura agruras III naquela dose de aldravia epifania havia IV tanto bem-dizia quando bebia daquela poesia Escute a versão musical das aldravias gerada por IA (via I Love Song)

Amores
Amor apraz, atroz Amor audaz algoz Amor amigo Abraço apertado Amor abrigo Alguém acobertado Amor atemporal, absoluto Antes, após, agora Amor através, atributo Alento assim, aflora Abaixo, alicerce Aquém Acima, ápice Além Apressado, atrasado Atrevido, afetado Arranjado, alegado Adormecido, acordado Amor assim, apego Apelo, apreço Afago, aconchego Amor assim, apeteço Escute o texto musicado por IA (via I Love Song)

Poesia a “Bel”-prazer
És a alteza distinta da minha monarquia Onde sou “rei”, súdito e escudeiro fiel Nasceste pura num mundo caótico Princesa Ameerah, con(sagrada) Ysabel És a obra-prima insígnia e esplêndida do “artista” imperfeito e (im)pecável O bálsamo que adoçou o ar de meu viridário com a brandura do mais suave e doce mel A vida, em tempo soturno, te trouxe intrépida Car(regada) pela história num grande laurel Enalteço-te, rainha; curvo-me, santa; herdeira/protetora de mim Do meu

Curaçá na esteira no tempo; veja trecho da entrevista de Dona Marlene Torres ao Acervo Curaçaense
Nesta entrevista, dona Marlene Torres contou histórias do seu tempo ao jornalista Luciano Lugori e à professora Deize Carvalho. O vídeo abaixo é apenas um trecho para “degustação” da conversa que durou quase uma hora. O encontro aconteceu na Praça Dona Feliciana, no Centro Histórico de Curaçá, ao lado da Igreja Matriz. A versão completa da entrevista logo estará disponível no Canal do YouTube da Acervo, instituição responsável pelo resgate e salvaguarda de memórias sobre

Jeovane: um pequeno acróstico sobre os enigmas da vida e da morte
Jaz outro corpo morto na escuridão e na solidão da sepultura Enterrado e impelido pelo tempo – o senhor de tudo – atroz e fugaz Ontem ainda no prélio, na lida pela vida; hoje já desvenecido, vencido, ido numa ida comovida Viveu pouco, viveu muito, morreu todo, morreu nada Ainda perdurará vivaz, pois fará residência nas nossas reminiscências, lembrado pela sua luta impávida Naquele sorriso fácil, no abraço caloroso, nas canções que você compôs, nas

Um bom fim para um bom (re)começo: uma crônica sobre as “ironias” da política
Passadas as eleições, escorrem pelo rosto as lágrimas com o gosto de alegria pelo triunfo, de tristeza pelo revés, de alívio pelo suplício e de êxtase pela (des)esperança “Curaçá vai retroceder”, dizem/torcem os derrotados; “Curaçá vai avançar”, almejam/profetizam os vitoriosos que fizeram a (des)necessária e legítima mudança E vida que segue, sempre em frente, queiramos ou não, o tempo (s)urge, não admite mais atrasos/retrocessos e exerce com a maestria dum rei a sua pujança Insultos

Aperte o play, Kley!
Demorei, confesso, pra encontrar uma rima pra você, Kley Então, peço perdão pela felicitação em delay E como na “vida real” não existe replay Desejo, no loop infinito de seu medley, positividade, fé e celebração, como um bom reggae de Marley Dê play, querida, e dance/gingue com a brandura das bailarinas o som da sua trilha sonora “Carpe diem”, veja que o “Sol está brilhando” agora E o display da vida (d)enuncia e anuncia: “Parabéns,

Trégua
A pujança da aurora anuncia o novo dia e o Sol incandescente inflama a alvorada renovando esperança, adiando rebeldia Foto: Imagem gerada por IA (via Canva pelo comando “Aurora na caatinga”)

Lugori e os “desimportantes” são homenageados em praça pública; veja o vídeo
Em apresentação organizada pela Escola Municipal Ciranda do Saber, o jornalista e pesquisador Luciano Lugori, bem como os ditos “desimportantes”, receberam, na noite de hoje (9), uma homenagem na Praça Raul Coelho. A encenação fez parte da programação da culminância do Projeto de Educação Patrimonial desenvolvido, pelo segundo ano consecutivo, pela Secretaria de Educação de Curaçá, que envolveu toda rede de ensino, incluindo as escolas da sede e do interior do município. Zé Doido, Macacuí

A epopeia de uma convenção
Ante a minha insignificância, procurei apenas me acomodar em meio à multidão, eu só queria um lugar decente pra tatuar na memória, registrar e guardar no meu acervo pra posteridade, uma eterna recordação Enquanto isso, um amigo meu sem entender aquilo, quando me viu, por entre as grades do muro, passar pelo telão, ficou indignado e me enviou uma mensagem por causa daquela situação Tudo bem, disse-lhe depois, já estou acostumado – não deveria mais me

Insign(e)ficâncias
Eu sou apenas mais um desimportante que perambula pelo mundo deixando rastros e outras coisas desinteressantes E que gosta das pessoas simples, dos bobos, dos doidos, dos bêbados e de suas insignificâncias, de suas histórias contadas no balcão do bar, no banco da praça, pelas rua da cidade Que sonha com um mundo melhor, com gente mais aparvalhada do que sovina que sabe dividir o que tem, mesmo tendo tão pouco e que, na essência

Desfile dos Vaqueiros de Curaçá na FDV 2024; Veja o vídeo completo
Aviso aos navegantes
O conteúdo deste site reúne os mais variados tipos de trabalhos – na maioria das vezes – produzidos por mim mesmo (Lugori). Em algumas ocasiões, poderei compartilhar, quando autorizado, produtos/criações de terceiros/parceiros/amigos. Aqui você irá encontrar uma compilação, dentre outras coisas, de textos acadêmicos, rabiscos poéticos, opiniões, crônicas, artigos, polêmicas, reflexões, fotografias, músicas e vídeos sobre diversos assuntos, na sua maior parte voltados para temas que envolvem, principalmente, Curaçá, seu povo – em especial os “desimportantes” –, e suas histórias/memórias.
Apesar de não ser um website criado para fins noticiosos, em alguns momentos – digo, quando eu achar pertinente – serão publicadas matérias que sejam de interesse público (e meu também, é claro!), prezando sempre pelos princípios e pela ética do/no jornalismo, como preconizado pela legislação e pelos códigos nacionais e internacionais que regulamentam a profissão.
Neste espaço serão divulgadas minhas ideias (e de outrem) e outras coisas desinteressantes, mas sem a pressão de ninguém e sem a ligeireza desnecessária dos tempos atuais, pois aqui eu faço tudo sempre na minha cadência, sem papas na língua e sem amarras/conluios, sobretudo, de/com “políticos”. Aqui é, de fato, um espaço independente e de “liberdade”, ao menos da minha.
Por fim, se algo aqui for interessante para você, fique à vontade para comentar, sugerir, criticar, elogiar e compartilhar com outras pessoas. Se possível, de vez em quando, retorne por aqui para acompanhar/ver novas publicações.
Abraços cordiais do autor/editor, que é apenas um mero desimportante.
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