
Artigo: A Emancipação Política de Curaçá
A motivação do registro destas linhas que seguem se dá em razão da falta de literatura que trate sobre o tema “emancipação política de Curaçá”. Por outro lado, dúvidas surgem, dentre todos os habitantes e apaixonados por esta terra, sobre a historia da nossa cidade e o momento é oportuno para abrir um canal de discussão sobre alguns aspectos históricos, o qual não tem a finalidade de esgotar o tema, mas propiciar aos amantes da


Curaçá, Nequinha Pereira e a reconstrução da memória
Tem-se notícia de que o embrião da festa dos Vaqueiros de Curaçá aconteceu em 1953, por ocasião das comemorações do centenário do município. Há, portanto, 70 anos. Fragmentos da história curaçaense registram que como parte dos festejos do centenário, algumas categorias sociais foram homenageadas na sede do município, dentre elas os vaqueiros. Aproximadamente quarenta deles participaram do evento, todos uniformizados segundo a tradição da caatinga e das fazendas De outro turno, a história registra que

Um pequeno tributo a Nerimar
Pelos áditos dos mistérios da vida, sucumbe o homem Desce à sepultura, revestida pela frieza do mármore escuro, o corpo morbo e morto De quem um dia, no trilhar da loucura, foi absorto e torto Artista nato e incerto, que no palco das ruas, engendrou memórias que não somem Sua performance insana e seu instrumento invisível e imaginário tocava para ouvidos que não compreendiam seus sons, agora com arpejos de saudade, que ao

Museu Dona Telu: fonte de conhecimento da história de Curaçá
A casa que hoje serve de Museu pertencia a Auristela Torres, conhecida como Dona Telu, assim como alguns dos itens em exibição, que foram cedidos por sua família. Os demais itens foram doados pela população. Visite virtualmente o Museu Dona Telu clicando aqui.

Teatro Raul Coelho: conheça um pouco da história desse patrimônio cultural de Curaçá
O primeiro registro histórico sobre “ciências, letras e artes” de Curaçá aparece anotado no magnífico trabalho apresentando por João Mattos e aprovado nos anais do 5º Congresso Brasileiro de Geografia, que aconteceu na Capital Baiana ainda nos idos de 1916, e que dez anos após se transformaria no livro “Descripção Histórica e Geographica do Município de Curaçá”. Na época, o escritor patamuteense já se preocupava com o “desperdício da memória” e com a “intangibilidade das

Igreja Matriz de Curaçá: breve histórico
Toda e qualquer pesquisa sobre a história de Curaçá deve perpassar, primeiramente, até mesmo para uma leitura de contextualização, pelos escritos de João Mattos. Esse autor, na sua magnífica obra “Descrição Histórica e Geográfica do Município de Curaçá”, resgatou e registrou aquilo que até hoje nos serve de base e alento para o incessante preenchimento de lacunas sobre coisas do passado ainda nos são desconhecidas e controversas. A historiografia da Igreja, desde a sua origem

A história de Curaçá vista por um neto de Zé Borges
O jornalista Yuri Félix Araújo, filho de Maria Perpétua Félix e neto de José Félix Filho (1917-1971) lançou a biografia do avô e político curaçaense. Grande e louvável iniciativa. Mui acertadamente o Acervo Curaçaense destacou o fato e com exemplar presteza o incorporou aos seus registros históricos, tornando-os mais ricos e robustos. Esse pessoal do Acervo Curaçaense vai longe. A foto histórica acima é a mesma referenciada na biografia Zé Borges – o vaqueiro prefeito

Neto de Zé Borges publica biografia em homenagem ao avô
Incentivado após uma postagem do Acervo Curaçaense que falava do líder político José Félix Filho, o escritor e poeta Yuri Félix Araújo, neto do mesmo, reuniu uma série de informações e publicou um texto biográfico intitulado “Zé Borges, o vaqueiro prefeito de Curaçá”. O documento foi compilado depois de uma sequência de posts em homenagem ao avô que, se estivesse vivo, teria completado 106 anos no último dia 8. “Estou levantando dados, a pedido do

Acervo Curaçaense
Em 1980 – já se vão, por aí, mais de quatro décadas – a administração de Curaçá tinha à frente o prefeito Aristóteles de Oliveira Loureiro (Tote) e seu vice-prefeito Hélio Coelho Oliveira, honra e glória de Barro Vermelho. A Câmara Municipal era presidida pelo ético e decente vereador Ismael Cariri dos Santos, de Riacho Seco e a vice-presidência recaía sobre o ínclito Dr. Pompílio Possídio Coelho. O 1º secretário da Câmara era o vereador

Projeto Cinema no Interior é apresentado à Secretaria de Educação de Curaçá
O idealizador do projeto Cinema no Interior, Marcos Carvalho, a convite de Luciano Lugori, presidente do Acervo Curaçaense, participou, na manhã hoje (2), no prédio da Secretaria de Educação, de um encontro cujo objetivo foi apresentar ao Núcleo de Programas e Projetos, formado por Lilian Rodrigues, Ednaira Martins, Laila Possídio e Jascira França, o trabalho que vem sendo feito pela sua equipe, que tem realizado ao longo de mais de 20 anos oficinas de roteiro,

Diretores da Acervo e Secretário de Cultura se reúnem com o idealizador do projeto Cinema no Interior a fim de discutir parceria para realização de oficinas de formação cinematográfica em Curaçá
A Associação Curaçaense para Estudo, Resgate e Valorização do Patrimônio Ambiental, Artístico, Cultural e Histórico (ACERVO), representada por Elieusina Rodrigues e Sivaldo Manoel, vice-presidente e tesoureiro, respectivamente, e o Secretário de Cultura, Esporte e Turismo de Curaçá, Jairo Santos, e a atriz Jane Oliveira, estiveram reunidos hoje (1°), no anexo do Teatro Raul Coelho, com Marcos Carvalho, coordenador do projeto Cinema no Interior com o intuito de discutir uma possível parceria para execução de oficinas
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O conteúdo deste site reúne os mais variados tipos de trabalhos – na maioria das vezes – produzidos por mim mesmo (Lugori). Em algumas ocasiões, poderei compartilhar, quando autorizado, produtos/criações de terceiros/parceiros/amigos. Aqui você irá encontrar uma compilação, dentre outras coisas, de textos acadêmicos, rabiscos poéticos, opiniões, crônicas, artigos, polêmicas, reflexões, fotografias, músicas e vídeos sobre diversos assuntos, na sua maior parte voltados para temas que envolvem, principalmente, Curaçá, seu povo – em especial os “desimportantes” –, e suas histórias/memórias.
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Neste espaço serão divulgadas minhas ideias (e de outrem) e outras coisas desinteressantes, mas sem a pressão de ninguém e sem a ligeireza desnecessária dos tempos atuais, pois aqui eu faço tudo sempre na minha cadência, sem papas na língua e sem amarras/conluios, sobretudo, de/com “políticos”. Aqui é, de fato, um espaço independente e de “liberdade”, ao menos da minha.
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