
Rotineira
(des)esperança in(vadia) agia ad(ia) havia há dia que judia ardia que podia e fodia que incendia e ascen(dia) o meu dia

(des)esperança in(vadia) agia ad(ia) havia há dia que judia ardia que podia e fodia que incendia e ascen(dia) o meu dia

Eu estava lá e vi, naquele proscênio acadêmico, uma moça de vermelho e foi tão estranho, parecia até coisa de c’inema’ a(u)tuava, defendia e fazia

Gosto das palavras da palavra escrita da palavra dita da não dita/desdita da bendita e até da maldita da palavra que nomeia da palavra que

Um convite à “Biosofia: vida e sabedoria” e pra começo de conversa, ofereço-lhe uma dose de aldravia, uma cortesia poética diversa Páginas do decurso da

26 de março, seu dia bem que podia ser feriado ponto vermelho no calendário data sublime evento lendário nasceu Jaquelline meu anjo alado de voo

Vida, breve trilha dita l(inda) luz que brilha l(ida) in(finda)? Vida, somente ida conceb(ida), esva(ída) par(ida), des(pedida) em prece áv(ida) Vida enigmática revestida

Foi-se mais um José, depressa, sem pressa, no seu embalo, sozinho. No açoite da noite partiu sem aviso. Agora o riso é raso por causa

Não deu tempo de entregar em vida a sua poesia E aquele mote, que tanto nos ins(pirava), também era incompletude rara É verdade mesmo, todo

Temores trazem tristezas Ternura tritura trivial(idade) Tudo tem temporalidade Trucida todas tibiezas Tremores Torturas Tonturas Tumores Tenhas tu teimosia Transbordas tenacidade Trans(pires) tranquilidade Trilhas tu-a

Sempre (sonha)va sozinho (suplica)va (sangra)va (surta)va Sua sina, sabe(dor)ia sem soberba sem subversão sem sofisma Sereno, sus(pirava) sutileza seu sonho sa(lutar) (suscita)va sua
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Lugori