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Acervo Curaçaense participa de reunião com o Núcleo de Programas e Projetos da SEDUC para discutir o patrimônio cultural de Curaçá

A ACERVO, representada por Luciano Lugori e Elieusina Rodrigues, presidente e vice-presidenta, respectivamente, participou, na tarde da última sexta-feira (17), de uma reunião, que ocorreu na sede da Secretaria de Educação, no prédio Scipião Torres, com a equipe do Núcleo de Programas e Projetos, divisão do Setor Pedagógico, para pautar o patrimônio histórico de Curaçá e alinhar projetos.

O encontro foi organizado por Lilian Rodrigues, umas das responsáveis pelo setor, que enviou o convite para diretoria da associação e explicou do que se tratava.

“Estamos com a incumbência de elaborarmos um projeto sobre o patrimônio cultural de Curaçá. Já estamos com bastante material em mãos e muitas atividades no ‘forno’. Mas, conversando com Cleinha [Josicléia Paiva] a respeito e buscando informações sobre um projeto apresentado pela Acervo Curaçaense ao secretário [Daniel Torres], ela nos deu algumas informações, porém queríamos escutá-los”, disse Lilian

A mediação das conversas na reunião foi feita por Jacira França. A própria apresentou os objetivos do projeto pedagógico e fez uma exibição do mesmo, que já está em construção, e que deverá ser lançado na rede municipal de ensino já no mês de abril.

As atividades pensadas/planejadas, que incluirão desde a Educação Infantil até a Educação de Jovens e Adultos, serão sinalizadas/orientadas pelos professores durante as aulas da semana e realizadas pelos alunos aos sábados, a fim de compensar, recuperar e ajustar/normalizar, em comum acordo com a APLB Sindicado, o calendário letivo do município.

 

Equipe do Núcleo de Programas e Projetos e o presidente da Acervo. Foto: Carla Leite

As professoras Ednaira Martins e Laila Possídio, que também fazem parte do mesmo núcleo, são as responsáveis pela elaboração e adequação das atividades para cada nível de ensino, inclusive um número razoável de proposições pensadas e organizadas foram apresentadas na reunião.

Durante a sua intervenção, Lugori apresentou o acervo digital, fazendo uma breve demonstração dos documentos/arquivos já disponíveis no site da associação. O presidente da instituição disse ainda que a intenção da ACERVO é chegar a todos os distritos e povoados do município, no entanto, o desenvolvimento de atividades no interior, muitas vezes esbarra nas próprias limitações do instituto recém-criado, que envolvem a questão de tempo dos seus membros e a logística de atuação, que possuem custos, por isso parcerias do tipo são fundamentais. Ele mencionou ainda sobre uma campanha foi criada no Apoia-se!, cuja intenção é arrecadar fundos para manutenção e funcionamento da instituição.

Elieusina também reforçou a importância da realização de parcerias e falou da ACERVO, do sonho e dos desafios para idealização e concretização da mesma.

Lugori ainda explicou a logomarca do ACERVO, que nela está representada os patrimônios material (o Teatro Raul Coelho) e imaterial de Curaçá (a Marujada, representada pelo chapéu dos Marujos) e falou dos “desimportantes”, daquelas pessoas que fazem ou fizeram algum trabalho na cidade, distrito, povoado etc, e que a nossa história tem relegado ao esquecimento e deixado de registrar.

Ao final, Jacira França apresentou o esboço do almanaque que trará informações gerais, além de curiosidades sobre a história local de Curaçá e será distribuído por módulos em toda rede de ensino.

ACERVO se colocou à disposição para contribuir na sua construção, sugerindo e enviando conteúdos.

 

 

Texto: Luciano Lugori (MTB n° 5244/BA), com informações registradas em ata por Elieusina Rodrigues.

Fotos: Carla Leite

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Uma resposta

  1. O acervo Curaçaense tem nos dado muitas informações relevantes para a construção das atividades do Projeto Patrimônio. Além da grande contribuição valiosa de nosso amigo Lugori, que a todo momento nos dar imensas pinceladas de como melhorar as informações, trazendo principalmente a veracidade nas informação, apesar de muitas informações sobre a história de Curaçá não aparecerem em evidencias concretas, por serem apagadas da memória, por não serem registradas.
    Agradecer essa contribuição não é nada, diante do trabalho realizado por este cidadão que a todo momento está preocupado em resgatar e valorizar a memória histórica da Nossa Curaçá.

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