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Seu “Maroto” e o aranzel sobre a morte
Sentado na cadeira de Seu Porfírio, parceiro de baralho, de prosa e vizinho, Juvêncio lamenta a vida: – Eu já estou morto! Não sei

Sentado na cadeira de Seu Porfírio, parceiro de baralho, de prosa e vizinho, Juvêncio lamenta a vida: – Eu já estou morto! Não sei
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Lugori