
Poetrix
Tão bravo quanto à vida Volúpia poética, leve e efêmera Terceto lépido, breve e eterno

Tão bravo quanto à vida Volúpia poética, leve e efêmera Terceto lépido, breve e eterno

Tudo vem de dentro, bem do íntimo da gente A vida que segue seu caminho começa lá no ventre A lágrima que escapa pelo olho

Pensamento: pensa a mente Sólido: solidão Escrúpulo: esdrúxulo Com tudo: contudo Crepúsculo: creia, postulo-te! Ainda há esperança.

Uma flor e uma molécula Sépala, pétala, estame, carpelo Próton, nêutron, elétrons, átomos Um amor e uma célula Afeto, apego, apreço, apelo Membrana, núcleo,

Eu sou filho do acaso do tempo ligeiro, um párvulo rebelde e inocente Nascido na beira da noite, no templo do lar e sem o

Surgem de nós do amor, do carinho e até certo tempo seguem conosco pelo mesmos caminhos depois seguem sozinhos Pedaços de nós que tão

Jaque, permaneço perplexo diante de ti Apreciando tamanha formosura Que captura meus olhos, prendendo–os na tua efígie Única, pintura venerável de qualquer pintor Enigma poética

Muitos querem me rotular, mas quanto mais livre, maior o meu alcance Quanto mais alcanço, mais sou Eu não me encaixo em prisões de conceitos

Salve os Chicos e os Jorges César, Buarque Mautner, Ben Jor Salve Demis, Dodó, Belchior Pinduka e a “Escola do Nunca” Wilson Sena e a

Hoje é dia de Jorge. Aliás, todo dia é dia d’um Jorge. Do nosso, do meu, do “Seu” Jorge. Os de “Ben”, os Amados, os
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Lugori