Só lembranças
Se estivesse vivo, José Gonçalves dos Santos, o eterno Zinho, estaria completando hoje 64 anos.
Filho de Curaçá, nascido na Rua da Palha, no distrito de Barro Vermelho, Zinho foi criado por Seu Urbano e Dona Maria.
Foi um dos primeiros gesseiros de Curaçá, possivelmente o pioneiro na realização desse tipo de serviço. Também era pedreiro e pintor.
Zinho sempre foi um cara trabalhador, alegre e divertido. Gostava de apreciar um Dreher e tragar um bom cigarro.
Ele nos deixou, repentinamente, no dia 8 de novembro de 2020, quando, igual a “máquina humana” de Bartô Galeno, do qual era fã, seguiu correndo pela sua senda, se foi pelo tempo, mas deixou a lembrança, onde ainda permanece(rá) vivo.



